Headbanger's Balls

"Man is born forever free, but is everywhere in chains!"

Tuesday, June 20, 2006

BRAZIL X ARGENTINA

MUNIQUE – Ganhamos da Austrália. Ponto. São nove vitórias consecutivas em Copas do Mundo – um recorde que só o Brasil parece capaz de igualar ou mesmo ampliar contra o fragilizado time do Japão. Ponto. Até a vitória contra a Austrália, são quatro jogos seguidos sem levar gols (invencibilidade igual a do Brasil campeão de 1958, ao quarto colocado de 1974, ao “campeão moral” de 78, e ao quinto colocado de 1986). Foram oito chances de gols criadas contra um time muito forte fisicamente, e que fez uma boa partida - a ponto de criar seis delas (na partida com o maior número de oportunidades criadas nesta Copa). Ponto. Estamos classificados antecipadamente. Ponto.

Mas precisava sofrer tanto? Jogar de modo tão apático e tão estático e tão lento como no primeiro tempo contra os australianos? Como pode tanta gente ótima jogar tão pouca bola? Como pode um Ronaldo pisar na bola na grande área alheia? Outro Ronaldo fenomenal furar a bola na cara do gol? Como podem apenas Kaká e Juan jogarem bem nos 90 minutos? Como pode o técnico só mexer no time a partir dos 22 minutos do segundo tempo? Como pode um time tão técnico e talentoso jogar apenas nos repentes de seus jogadores? Como pode um time em Copa do Mundo jogar tão calado?

Como pode um time com tantos problemas e tantos pontos de interrogação ainda assim ganhar? O grande time é o que vence bem jogando mal.. Mas esse time tem quase que a obrigação de jogar melhor.

Talvez por isso, diferentemente da Copa de 2002, eu não tenho ainda a convicção do título. Apesar de o time ser muito melhor que o de Felipão, os rivais são mais difíceis. O cruzamento é muito mais complicado. E o time ainda tem questões táticas e técnicas que deixam o nosso coração mais aberto que o nosso meio-campo.

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A manchete é do jornal argentino “Olé” a respeito da estréia pálida do Brasil contra a Croácia: “eles são humanos”. Não somos intergalácticos. Somos deste planeta. Falíveis. Como falhamos ao cobrar excessivamente uma seleção que não jogou bem, mas venceu um bom rival. Tivemos problemas na cobertura defensiva, faltou movimentação ofensiva, o desempenho técnico foi sofrível de nossos atacantes. Mas vamos cobrar sem malhar. Criticar sem detonar. Especular sem exasperar. Teorizar sem chegar a alguma conclusão definitiva.
Toda sorte e todo azar de gente está especulando a respeito das dores, bolhas, quilos e crises do Ronaldo. Por mais preparado que seja, por mais experiente que esteja, não é fácil saber que a forma não é boa, que o peso não é o ideal, e que a cobrança vai além da questão técnica. Isso pesa. Sem segunda intenção.

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“Os mitos são perseguidos pela imprensa do Brasil: o Pelé era cego; o Zico era um amarelão; o Piquet, mau-caráter; colocavam em dúvida a sexualidade do Senna. O Ronaldo percebeu que querem que seja gordo.”.. A frase é do homem de comunicação da CBF, Rodrigo Paiva, então assessor do craque, em abril de 2004. De fato, por aqueles dias, o Fenômeno pesava mais ou menos o mesmo que agora. Só “emagreceu” depois de ter feito gols pela seleção. Só não sei mais se conseguirá repetir a Dieta dos Gols nesta Copa.

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Zé Roberto não foi mal como eu o cornetei em Berlim. Mas também não o craque do dia contra a Austrália. Dificilmente ele joga tão mal como adoramos criticá-lo. Mas Zé Roberto é meia, não volante.. E o Brasil de Kaká e Ronaldinho Gaúcho, e dos (ainda) atacantes Adriano e Ronaldo precisa de um volante que marque tanto como Emerson marcou contra a Croácia. Mas a seleção precisa, além disso, de outro que feche a área e possa liberar os meias e atacantes que temos. O ideal seria Edmílson. Mas Gilberto Silva pode fazer o serviço com qualidade, como brilhou como único volante do Arsenal.
Juninho Pernambucano seria outra ótima opção. “Marca” tanto quanto Zé Roberto. Mas passa melhor, lança melhor, chuta e cruza melhor. Enfim, joga melhor que Zé Roberto. Dá mais qualidade e quantidade ao time. Além de maior velocidade. Ele pode proteger uma defesa desprotegida pela natureza.

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Foi a melhor atuação argentina em uma Copa. Foi a maior goleada - igual a do jogo da verguenza, em 1978. Mas, desta vez, quem passou feio foi a Sérvia e Montenegro. Patética. Mas que time suportaria uma Argentina tão ofensiva, tão bonita, tão prática, tão competitiva, tão compenetrada? Ou melhor: duas Argentinas; uma semelhante a do jogo da estréia (em um mais precavido 4-3-1-2); outra irresistível, com dois volantes, Riquelme à frente deles, e três atacantes infernais: Um show do melhor time da Copa até a segunda rodada.

Thursday, May 11, 2006

Heavy metal loud as it can be!!!

METAL DAZE

I hear the sound In a metal way
I feel the power Rolling off the stage
Cause only one thing Really sets me free
Heavy Metal Loud as it can be!

Baby I was born to play music
I'm a man with a screamin guitar
There's a light in the middle of the stage
In a minute I'll be wearing it all

I don't know another way of living
Baby I don't really care
Give me a pair of jeans and a riff that's mean
And girls that love to share

Heavy metal, metal daze
Heavy metal, heavy metal daze
Heavy metal, heavy metal daze

Living like there's no tomorrow
Yeah Currie says we're on the edge
He says man you're really graphic
This band a social wedge

Yeah we all got hearts made of metal
And our blood is hot molten rock
And if I don't hear the sound of metal
I go into shock

Heavy metal, metal daze
Heavy metal, heavy metal daze
Heavy metal, heavy metal daze
Heavy metal, heavy metal daze
Heavy metal

So mister D. J. play just one for me
You know the one with the crushin' and the screams'
Cause only one thing really sets me free
Heavy metal Loud as it can be

Heavy metal, metal daze
Heavy metal, heavy metal daze
Heavy metal, heavy metal daze
heavy metal, heavy metal daze
Heavy metal loud as it can be!!!
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Puta metalzão, com um "Q" de rock 'n' roll!!! Manowar, born to live forevermore!!! Play it loud!!!

Ao Som de: Metal Daze
Sabedoria Headbanging do Dia: Only one thing really sets me free: Heavy Metal, loud as it can be!!!!

Wednesday, May 10, 2006

Warriors Of The World!!!

Here our soldiers stand from all around the world
Waiting in a line to hear the battle cry
All are gathered here, victory is near
The sound will fill the hall, bringing power to us all

We alone are fighting for metal that is true
We own the right to live the fight, we're here for all of you
Now swear the blood upon your steel will never dry
Stand and fight together beneath the battle sky

Brothers everywhere - raise your hands into the air
We're warriors, warriors of the world
Like thunder from the sky - sworn to fight and die
We're warriors, warriors of the world

Many stand against us, but they will never win
We said we would return and here we are again
To bring them all destruction, suffering and pain
We are the hammer of the gods, we are thunder, wind and rain.

There they wait in fear with swords in feeble hands
With dreams to be a king, first one should be a man
I call about and charge them all with a life that is a lie
And in their final hour they shall confess before they die

Brothers everywhere - raise your hands into the air
We're warriors, warriors of the world
Like thunder from the sky - sworn to fight and die
We're warriors, warriors of the world

If I should fall in battle, my brothers who fight by my side
Gather my horse and weapons, tell my family how I died
Until then I will be strong, I will fight for all that is real
All who stand in my way will die by steel

Brothers everywhere - raise your hands into the air
We're warriors, warriors of the world!!!

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Inspirador, não?!?

Tuesday, May 09, 2006

The End Of The World

Levante as mãos para os céus! Agradeça os Deuses! Sacrifique uma virgem ou sofrerá a Ira Divina! O Apocalipse se aproxima e não a nada a fazer, a não ser rezar pela sua alma!

Calma, eu não estou incitando nada disso... É só que o período aqui tá acabando, sabe?!? Aí já viu como é... a biblioteca cheia, os laboratórios atulhados de gente, e toda aula um aluno bate à porta pra falar com o professor ("Como assim,cara? Vai me reprovar por causa de 2 décimos?!?).

Filha da Puta, Safado, Sem Vergonha, e outras coisas são as palavras mais ditas nos corredores...... Nas bibliotecas só se ouve a respeito de integrais, cadeias aromáticas, seminários, etc...

Bem, vou ficando por aqui... se não ir estudar algum Filha da P#$% do Car!#$% me reprovar por 2 décimos...

Ao Som De: Guyanna Cult of the Damned

Monday, May 08, 2006

Woman Be My Slave

Pleasure Slave

She Is Waiting To Kiss My Hand
But She Will Wait For My Command
My Chains And Collar Brought Her To Her Knees
She Now Is Free To Please

Woman Be My Slave
That's Your Reason To Live
Woman Be My Slave
The Greatest Gift I Can Give
Woman Be My Slave

Before Her Surrender She Had No Life
Now She's A Slave Not A Wife
Her Only Sorrow Is For Women Who Live With Lies
She's Taken Off Her Disguise

Woman Be My Slave
Chained Unto My Bed
Woman Be My Slave
Begging To Be Fed

Your Body Belongs To Me
Woman Come Here
Remove Your Garments
Kneel Before Me
Please Me

Woman Be My Slave
Chained Unto My Bed
Woman Be My Slave
Begging To Be Fed
I Want You Now
Woman Be My Slave


Bem, essa letra só tá aí porque recebi comentários (acho que da minha única leitora, hehe) sobre ela... Vai Joo, num é porno a musica não... Talvez um pouquinho safada, hehehe... Mas fala sério, tem umas por aí que gostam, né?!?!?

Ao Som De: Manowar - Blood of the Kings
Sabedoria Headbanging do Dia: "Blow Your Speakers with Rock And Roll"

Saturday, May 06, 2006

Batman - O Físico Nuclear das Trevas

"Chokos diz:
- Já leu Cavaleiro das Trevas, não?!?
B. diz:
- Claro. O melhor de Frank Miller...
Chokos diz:
- Porra, tô gostando muito.
B. diz:
- Muito bom. Só o final que é forçado.
Chokos diz:
- Forçado?!?
B. diz:
- É! Batman, o Físico Nuclear das Trevas (!)"

Essa foi uma conversa com um camarada meu. B. Somos amigos há muito tempo, e poucas pessoas entendem de quadrinhos como ele. Um dia ainda acontece um Marvel x DC (B x Daniel)... Mas enfim, conversávamos sobre a saga Cavaleiro das Trevas, escrita e desenhada pelo mestre Frank Miller. Se era a saga 1 ou a 2?!? Claro que a 1! Qualquer pessoa com meio cérebro sabe que a 2 ele só fez por que precisava reformar o banheiro da casa dele!!!

Eu não vou meter spoilers aqui, e dizer o que acontece na revista, né?!? Se você não leu ainda, honre esse amontoado de carbonos que você é e compre a revista!!! Não tem dinheiro ou não acha mais a revista??? Como você gasta seu tempo na internet que ainda não deu um jeito de fazer um download dela?!?

Mas a revista pode ser descrita com poucas palavras:
- Redefinição do Batman: Frank Miller redefine o personagem, mostrando sua origem (a mesma de sempre), seus medos, suas crenças, seus fracassos e suas conquistas. Batman aqui é um velhote que tenta domar o homem-morcego que existe dentro dele.
- Alfred, melhor que nunca: Muita gente acha que aquele velhinho não serve pra nada. Acham que ele não passa de um mordomo que ajuda o maior detetive do mundo. O sarcasmo de Alfred mostra bem a verdadeira personalidade do "mordomo velhinho".
- Splashes e mais splashes!!!: Mestre no lápis, Frank Miller desenha o Cavaleiro das Trevas em váios splashes, que dá vontade de vocÊ arrancar as páginas da revista e colar na parede do quarto! O quê?!? Você fez isso?!? Espero que tenha comprado duas edições de cada!!!
- Morcego Malvado!!!!: Em um dos melhores momentos Batman sofre para vencer vilões, e apela para táticas de guerrilha... Já ouvi dizer que o Batman só mata nas mãos de péssimos roteiristas... A muuuuuuuula que disse isso com certeza não leu Frank Miller!!!!
- E, claro, Super Homem: O filho pródigo de Metrópolis dá as caras na revista, mostrando ser o bom escoteiro de sempre, seguindo ordens de seus patroes (leia-se Governo Americano). O cara bonzinho de sempre não passa de um fantoche das autoridades na saga. O que acontece?!? Bem, alguem precisa colocar o Batman no lugar dele, acalmá-lo e tudo mais. Super-homem é a pessoa ideal, e vai para Gotham fazer justamente isso..... Cabe então ao Homem Morcego dar uma surra homérica no Super Homem!!! Homérica, eu disse!!! Claro, ele faz uma kryptonita, mas se alguem fosse capaz de fazer isso, com certeza seria o Batman, não?!?

Quem não leu, leia...
Quem leu, leia de novo!!!

Ao Som de: Manowar - Pleasure Slave
Sabedoria Headbanging do dia: If you're not into metal, you are not my friend!

Saturday, April 29, 2006

Hollywood, Bang Your Head!!!

Em vários, vááááários filmes existem as referencias a outros filmes, a livros, erros de continuidade, e toda aquelas outras tranqueiras... Mas existem também as mensagens, subliminares ou não, dos diretores ou produtores que quando longe dos holofotes bangueiam sem parar. Vai umas curiosidades ae. Quem souber demais me avisa....

Rhythm and Blues Review (1955 musical, p&b, 60 min.)
Elenco e Participações: Count Basie, Cab Calloway, Nat "King" Cole, The Delta Rhythm Boys, Lionel Hampton, Herb Jeffries, Joe Turner, Sarah Vaughan
Este não é exatamente um filme sobre rock, o gênero sequer ainda tendo este nome, mas é aqui que Joe Turner apresenta pela primeira vez a sua versão para "Shake, Rattle and Roll." A versão viraria um sucesso monstruoso de rock 'n' roll na interpretação de Jerry Lee Lewis.

Quadrophenia (1979, drama, 120 min)
Direção: Franc Roddam Roteiro: Dave Humnphries, Martin Stellman e Frac Roddam Produção: Roy Baird e Bill Curbishley Produtora: World-Northall
Elenco: Phil Daniels, Leslie Ash e Gary Cooper.
O filme apresenta a mentalidade e duelos entre os dois grupos e estilos existentes então, os Mods e os Rockers. Os Rockers, vestem couro e nega a sociedade em geral. Já os Mods gostam de se vestirem bem, utilizam o sistema embora não concorde com ele, para ganhar dinheiro e se divertirem. O roteiro é baseado no álbum do Who, Quadrophenia de 1973 com suas músicas servindo de trilha sonora somados a classícos da época como the Kingsmen, the Ronettes, the Crystals, the Cascades e Booker T. & the MG's. Phil Daniels é na vida real, líder do grupo The Cross e o filme tem ainda a participação de Sting que é o Face, o mod bem sucedido que desperta a inveja de todos.

Down And Out In Beverly Hills (1986, comedia, 103 min)
Direção: Paul MazurskyRoteiro: Leon Capetanos e Paul MazurskyProdução: Geoffrey Taylor e Paul MazurskyTrilha: Andy SummersProdutora: Buena Vista Films
Elenco e Participações: Nick Nolte, Richard Dreyfuss, Bette Midler, Evan Richards, Little Richard, Geraldine Dreyfuss, Betsy Mazursky, Paul Mazursky, Alexis Arquette.
Refilmagem de Boudu Saved By Drowning de Jean Renoir, filme noir de 1932. Dave(Dreifuss), homem de negócios bem sucedido, salva a vida de Jerry (Nolte), um vagabundo que tenta se suicidar na piscina de sua mansão. Muito a contra gosto de Jerry, Dave o convida a jantar em sua casa, com sua familia, a esposa Barbara (Midler), eternamente elevar o seu status social e seu filho Max (Richards), cuja a maior caracteristica é sua ambivalencia sexual. O pobre vagabundo só se sente a vontade com o cachorro da casa. Mas quem rouba as atenções no filme é o vizinho que se irrita facilmente, Little Richard. Esse filme marca mais uma volta do Little Richard que havia aposentado sua carreira de artista pela quarta vez em prol do seu chamado como Reverendo Richard Penniman. Ele ainda voltaria a pregar mais uma vez.

Mystery Train (1989, comedia urbana, 115 min)
Direção e Roteiro: Jim JarmuschProdução: Rudd Simmons e Jim Starke Trilha: John Lurie
Elenco e Participações: Masatoshi Nagase, Yuki Kudoh, Nicoletta Braschi, Elizabeth Bracco, Joe Strummer, Steve Buscemi, Screamin' Jay Hawkins, Steve Jones, Marvell Thomas, Rufus Thomas e Tom Waits
O filme amarra três historia em uma, todas se passando em um hotel fuleiro em Memphis, Tennessee. Jarmusch tenta apresentar América pelos olhos do estrangeiro, ilustrado aqui pelo casal japonês, a italiana e o inglês, que vem para Memphis, terra onde surgiu rockabilly e o fenômeno Elvis Presley, cada um com uma expectativa singular.

Back To The Future (De Volta Para o Futuro, 1985)
Direção: Robert ZemeckisRoteiro: Robert Zemeckis e Bob GaleProdução: Bob Gale, Neil Canton, Steven Spilberg
Elenco: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson, Crispin Glover, Thomas F. Wilson.
Um clássico dos filmes de entretenimento, inclusive tendo concorrido a um Oscar. Jovem (Marty McFly, Michael J Fox, no filme que o catapultou ao estrelato) volta 30 anos no tempo, para 1955, em uma máquina (em forma de um automóvel DeLorean) construida por um cientista maluco. Envolve-se em problemas com seus futuros pais e sem querer ameaça a sua própria existência.
O filme contém uma das mais antológicas referências ao rock no cinema: na cena do baile o jovem Marty McFly toca Johnny B Goode de Chuck Berry (a música ainda não havia sido criada, lembre-se, a cena ocorre no passado). O líder da banda que tocava com McFly (Marvin Berry) liga para o primo, Chuck (Berry) e comenta "Sabe aquele som que você estava procurando? Escuta isso, cara!". A platéia fica chocada com a performance de Marty que inclui o "duck-walk" de Chuck Berry e referências aos estilos de Jimi Hendrix e Eddie Van Halen. "Vocês ainda não estão preparados... mas os seus filhos vão adorar isso...". Erro de roteiro curioso: McFly consegue a sonoridade "heavy-metal" sem pedais de distorção e sem alavancas na guitarra (não existentes na época).
Em uma outra cena, para aterrorizar o seu futuro pai, Marty se veste de invasor espacial (com uma roupa a prova de radiação), coloca headphones no pai que dormia, acorda-o tocando uma fita no walk-man e diz ser Darth Vader. Na fita lê-se "Edward Van Halen". O trecho foi retirado da trilha sonora do filme The Wild Life, de autoria de Eddie Van Halen.
O juiz do concurso de talentos de que Marty participa é Huey Lewis da banda Huey Lewis and The News, responsável pela música tema, Power Of Love, e outras da trilha sonora do filme, inclusive Back In Time, que está tocando no rádio quando McFly acorda. Na mesma cena há um poster de um dos discos da banda.

Back To The Future II (De Volta Para o Futuro II, 1989)
Direção: Robert ZemeckisRoteiro: Robert Zemeckis e Bob Gale
Elenco: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson, Crispin Glover & Thomas F. Wilson.
Seqüência do primeiro filme. Agora Marty McFly viaja no tempo para evitar que seu futuro seja trágico. A versão idosa de McFly é um executivo frustrado por não poder mais tocar guitarra, decorrente do acidente em um pega de carro. Os problemas maiores surgem quando o vilão Biff, velho, viaja no tempo para modificar seu futuro. McFly e Doc Brown acabam em 1955, onde a tempestade que atingiu o relógio da praça e deu energia para o DeLorean outrora termina por prender McFly naquele tempo e enviar o veículo para o velho oeste.
O ator que interpreta o amigo de McFly, Needles, é vivido na tela pelo baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea.

Back To The Future III (De Volta Para o Futuro III, 1990)
Direção: Robert ZemeckisRoteiro: Robert Zemeckis e Bob Gale
Elenco: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Mary Steenburgen, Thomas F. Wilson & Lea Thompson.
Na parte final da trilogia, Marty McFly encontra seu amigo Doctor Emmett Brown habituado com a vida no século passado. Apesar do novo ferreiro da cidade encontrar finalmente o amor da sua vida, a professora Clara Clayton, ele é ameaçado pelo bandido Cachorro-Louco Tannen (da família do futuro vilão Biff). A dupla McFly/Brown tem uma dupla missão, sobreviver ao duelo e a uma viagem no tempo realizada com o auxílio de um trem.
O rock está presente no filme através da trilha sonora, composta com a ajuda do grupo ZZ Top. A banda aparece tocando no Baile do Frisbee.
Ao final do filme, o amigo de McFly, Needles, aparece para o derradeiro pega de pick-ups, e novamente é interpretado por Flea, dos Red Hot Chili Peppers.

The Postman (O Mensageiro, 1997)
Direção: Kevin CostnerRoteiro: David Brin, Eric Roth
Elenco: Kevin Costner, Will Patton, Larenz Tate, Olivia Williams, James Russo, Daniel von Bargen.
Em um cenário futurista pós-apocalíptico e pessimista, um pouco baseado no estilo Mad Max (não, não há corridas de carros, todos andam a cavalos), um nômade encontra um veículo de correio abandonado e resolve assumir a identidade de um "carteiro" para conseguir acolhida e comida em cidades remanescentes. Por uma série de circunstâncias torna-se, de início a contragosto, líder de uma nova era de reconstrução para a humanidade (ou para os Estados Unidos) e inimigo das forças que pretendem manter a situação. Esquecendo um pouco a pieguice do roteiro, é boa diversão para uma tarde chuvosa.
Há duas referências aos Beatles no filme (entre dezenas de referências a outros filmes de Costner e à obra de Shakespeare). Ao ser perguntado sobre quem era o presidente dos Estados Unidos o mensageiro responde que era Richard Starkey, nome verdadeiro de Ringo Starr. Em um segundo momento, citando uma pretensa mensagem do novo governo, ele cita trechos que se assemelham aos versos principais de "Getting Better".
Tom Petty (da banda Heartbreakers) faz uma participação como comandante da "cidade da ponte" nas sequências finais. Costner comenta: "Eu o conheço! Você é famoso!" ao que Petty
responde: "Eu fui!"

Rush Hour (A Hora do Rush, 1998, Comédia/Ação, 99min)
Direção: Brett RatnerRoteiro: Jim Kouf e Ross LaManna
Elenco: Jackie Chan, Chris Tucker, Ken Leung, Tom Wilkinson, Tzi Ma, Robert Littman, Michael Chow.
Boa comédia onde um policial de Los Angeles James Carter (Chris Tucker), se une com um detetive chinês Lee (Jackie Chan) para resgatar a filha do Embaixador Chinês nos Estados Unidos, que foi seqüestrada por uma milícia chinesa.
Na cena em que o Detetive Lee e James Carter então dentro do carro ouvindo rádio, começa a tocar "Surfin Usa" dos Beach Boys, Lee começa a cantar e diz: "Beach Boys. Bom grupo americano". Mas James acaba mudando de estação e coloca um música rap, começa a dançar com a cabeça e diz: "Está vendo. Não da para dançar assim com Beach Boys".
Na seqüência em que estão esperando do lado de fora do carro para entrar num restaurante chinês, o rádio esta ligado e começar a tocar "War" de Edwin Starr, então Lee e James começam a cantar e dançar ao som dessa canção. Ainda no final do filme, Lee começa a cantar "War" novamente quando estão dento do avião.

Pleasantville (A Vida em Preto e Branco, 1998, Fantasia/Drama, 124min)
Direção: Gary RossRoteiro: Gary Ross
Elenco: William H. Macy, Joan Allen, Natalie Ramsey, Kevin Connors, Jeff Daniels, Tobey Maguire, Reese Witherspoon, J.T. Walsh
Uma bonita fábula com pequenas lições de vida. Nos anos 90, David (Tobey Maguire) é um adolescente que é fã de um antigo seriado de TV da década de 50 chamado "Pleasantville". Sua irmã, Jenniffer (Reese Witherspoon) é uma jovem que se acha esperta e quer assistir MTV com um rapaz no qual esta interessada. Na briga pelo controlo remoto, os dois acabam sendo transportados para dentro da TV e consecutivamente dentro da série em preto e branco, "Pleasantville". E David passa a ser Bud Parker e Jennifer a comportada Mary Sue. Um local onde a vida é tranqüila, a família é perfeita, todos são felizes, o sexo e a história são ilustres desconhecidos. Até que os dois irmãos começam a causar uma verdadeira revolução na pequena cidade, ensinam as pessoas a aceitarem seus próprios desejos mesmo que sejam considerados inadequados. A partir do momento que as pessoas vão mudando de pensamento elas começam a ganhar cores e passam a contrastar com os objetos e outras pessoas que ainda permanecem em preto e branco. Não só a população local, como os dois irmãos começam a aprender novos valores. O filme possui belíssimos efeitos especiais e apesar do pouco sucesso é aclamado pela critica como um dos filmes mais inteligentes de 1998. Recebeu três indicações aos Oscar.
Quando a maioria dos moradores da cidade começam a ganhar cores, o prefeito decide criar um Código de Conduta a ser seguido pela população. Entre vários termos, o artigo número 4 diz exatamente o seguinte: "As únicas músicas permitidas serão as seguintes: Johnny Mathis, Perry Como, Jack Jones, as marchas de John Philip Sousa e o Hino Nacional. Não será tolerado nenhum tipo de música que não seja de natureza calma ou agradável". Este trecho reflete claramente a proibição ao Rock ‘n Roll que começava a tomar conta da indústria musical na época.
Na cena em que Bud Parker está lendo o código de conduta para seus companheiros, um deles liga a Jukebox na lanchonete que começa a tocar Rock ‘n Roll, uma das garotas presentes alerta: "Desligue isso. É proibido!". O rapaz então desliga a máquina, mas Bud se levanta e diz calmamente "Não", ao dizer isso ele segue em direção a Jukebox, a liga novamente e começa a tocar a mesma música. Essa canção é "Rave On" uma famosa música de Buddy Holly, o autor do clássico "Peggy Sue". Grande parte da trilha sonora é composta de canções Rock da década de 50, como "Sixty Minute Man" de Billy Ward, "Teddy Bear" de Elvis Presley, entre outras. A música da seqüência final, que aliás combina muito bem com o enredo do filme, é uma versão de "Across The Universe" dos Beatles cantada por Fiona Apple.

Armageddon (1998)
Direção: Michael Bay Roteiro: Jonathan Hensleigh e Robert Roy Pool
Elenco: Bruce Willis, Billy Bob Thornton, Ben Affleck, Liv Tyler, Will Patton, Steve Buscemi, William Fichtner, Owen Wilson.
Cinema catástrofe moderninho. Asteroide gigantesco (precedido de outros menores que precisavam cair para que o filme pudesse concorrer ao Oscar de efeitos) ameaça se chocar contra a Terra, pondo fim a toda a vida no planeta. Uma equipe de perfuradores é enviada ao asteroide para detonar uma bomba atômica e por fim à ameaça. Liv Tyler é responsável pelos momentos românticos e o seu pai, com o Aerosmith, pela trilha sonora. Excelente.
Durante o teste psicotécnico para ser aceito como astronauta um dos perfuradores faz uma referência à banda Jethro Tull: "A coisa que mais me deixa louco é quando as pessoas pensam que Jethro Tull é o nome de um cara da banda!" ao que um incrédulo psiquiatra responde com: "Quem é Jethro Tull?".

Fallen (Possuidos, 1998)
Direção: Gregory Hoblit Roteiro: Nicholas Kazan
Elenco: Denzel Washington, John Goodman, Donald Sutherland, Embeth Davidtz, James Gandolfini, Elias Koteas, Gabriel Casseus.
Excelente thriller de terror totalmente atípico. Não há sangue, não há monstros, não há sustos, mas o terror está implícito em cada cena. Entidade demoníaca persegue policial (que havia condenado à morte uma antiga encarnação sua, um serial killer), possuindo ora uma ora outra pessoa, e se transmitindo pelo toque.
Ao encarnar nas pessoas o demônio se identifica cantando Time Is On My Side dos Rolling Stones (note como é uma música tema perfeita para um demônio imortal). Na eletrizante sequência final a trilha sonora é a também clássica dos Stones, Simpathy For The Devil.

Small Soldiers (Pequenos Guerreiros, 1998, ação/aventura/comédia, 108min)
Direção: Joe Dante Roteiro: Ted Elliott e Zak Penn
Elenco: David Cross, Jay Mohr, Alexandra Wilson, Denis Leary, Gregory Smith, Dick Miller.
A trilha sonora é composta de clássicos como "Another One Biter The Dust" do Queen, "Communication Breakdown" do Led Zeppelin, "My City Was Come" dos Pretenders e "Love Removal Machine" do The Cult, entre outros...
A garota Christie é fã de Led Zeppelin e tem diversos pôsteres da banda na parede do quarto. Em uma das cenas, ela pergunta para o garoto Allan se ele gosta de Led Zeppelin e ele diz: "É claro, eles são os maiorais". Ela diz: "Eu também adoro".


Stepmom (Lado a Lado, 1998, drama/comédia, 124min)
Direção: Chris Columbus Roteiro: Gigi Levangie
Elenco: Julia Roberts, Susan Sarandon, Ed Harris, Jena Malone, Liam Aiken, Lynn Whitfield.
Julia Roberts interpreta Isabel, uma fotógrafa de moda ligada à carreira, que se vê forçada a assumir o papel indesejado de madrasta dos dois filhos de seu namorado Luke (Ed Harris); Anna (Jenna Malone), de 12 anos, e Ben (Liam Aiken), de 7 anos. Tanto Isabel quanto as crianças amam Luke, mas não se gostam. Quando Jackie (Susan Sarandon), a mãe natural e supermãe, se ofende com a intrusão de Isabel, dá-se o conflito, algumas vezes cômico, mas sempre complexo, típico do relacionamento entre pais, padrastos, enteados, noivas, ex-mulheres e afins. Lado a Lado fala sobretudo de duas mulheres muitos fortes e independentes, mas totalmente diferentes, que encontram uma maneira de se entender. Quando Jackie descobre que está com uma doença fatal e o relacionamento entre Isabel e Luke fica mais sério, as duas entendem que devem deixar de lado suas diferenças para salvar a família.
Anna é fã do Pearl Jam, e Isabel para agrada-la pede a Jackie se pode leva-la em um show da banda. Jackie nega, dizendo que Anna não poderia faltar na escola, já que o show seria em um dia da semana. Mas no dia seguinte, Jackie acaba se aproveitando da idéia de Isabel, e leva Anna ao show do Pearl Jam.

Desperate Measures (Medidas Desesperadas, 1998, Ação/Drama/Thriller, 100min)
Direção: Barbet Schroeder Roteiro: David Klass
Elenco: Michael Keaton, Andy Garcia, Brian Cox, Marcia Gay Harden
Andy Garcia interpreta o policial Frank Connor que está numa procura frenética por um doador de medula óssea compatível para o filho gravemente doente. Só há um doador em potencial, um assassino frio e cruel Peter McCabe, que vê numa ida ao hospital a oportunidade perfeita para fugir e conseguir novamente a liberdade. Com a fuga de McCabe, o hospital inteiro se torna um campo de batalha e Connor tem que procurar e, ironicamente, proteger o fugitivo que é a única esperança de sobrevivência de seu filho.
Peter McCabe, o personagem interpretado por Michael Keaton, canta "Proud Mary" do Creedence Clearwater Revival enquanto foge da polícia dentro de um furgão.

The Entrapement (A Armadilha, 1999, ação, 112min)
Direção: Jon AmielRoteiro: Ronald Bass e Michael HertzbergProdução: Sean Connery, Michael Hertzberg e Rhonda Tollefson
Elenco: Sean Connery, Catherine Zeta-Jones, Ving Rhames, Will Patton, Maury Chaykin, Kevin McNally.
Virginia Baker (Catherine Zeta-Jones) trabalha para uma agência de seguros. É enviada para ajudar na captura de um ladrão de artes, Robert MacDougal (Sean Connery). Os dois acabam se unindo para aplicar um golpe num banco em Taiwan durante o problema do Bug do Milênio.
Na cena em que Virginia e Robert vão até Bangok vender um dos quadros mais valiosos do mundo, um Rembrant, para um traficante de artes, na parede atrás da mesa do traficante há um pôster da capa do álbum Virtual XI do Iron Maiden.

Idle Hands (A Mão Assassina, 1999, comédia/terror, 90min)
Direção: Rodman FlenderRoteiro: Terri Hughes e Ron Milbauer
Elenco: Seth Green, Jessica Alba, Devon Sawa.
Ficou inédita, felizmente, nos cinemas este terror explícito, que mesmo com senso de humor mostra gore, ou seja sangue para todos os lados. É difícil tolerar esta versão nova de uma velha história, um adolescente que tem uma mão direita que não consegue controlar, assassina e perigosa. Seus melhores amigos são também mortos e viram zombies que o acompanham. Só para quem gota do gênero Evil Dead. (comentário de Rubens Ewald Filho)
A trilha sonora é recheada de clássicos do Rock 'n Roll. Em um trecho do filme, o garoto da mão-assassina diz a um roqueiro pra ele explicar o que esta acontecendo, porque a mão dele esta possuída já que o roqueiro vive escutando música satânica. O roqueiro explica que não é satânica, é apenas musica. Igual a Mozart e Bethoveen só que mais alta.
Em algumas cenas aparecem jovens vestindo camisetas do Quiet Riot e Megadeth. Numa cena dentro de um carro onde um casal está se preparando para o ato sexual, ele está maquiado de Gene Simmons e ela de Paul Stanley. Ele ainda veste uma camiseta do Kiss, e no rádio do carro toca New York Groove também do Kiss.
O Offspring marca uma pequena ponta no filme. Eles aparecem tocando I Wanna Be Sedated dos Ramones numa festa de Hallowen.

The Linguini Incident (1992, comedia/aventura, 99 min)
Direção e Roteiro: Richard ShepardProdução: Patricia Foulkrod, Martin F. Gold e Arnold H. OrgoliniTrilha: Thomas Newman
Elenco e Participações: Rosanna Arquette, David Bowie, Marlee Matlin, Julian Lennon
Uma garçonete que queria ser um mágico acaba convencendo vários dos seus amigos a lhe ajudar a roubar o restaurante onde trabalha.

The Crow II: The City Of Angles (1996, ação/thriller, 84 min)
Direção: Tim PopeRoteiro: David S. Goyer Produção: Jeff Most e Edward R. PressmanTrilha: Graeme Revell
Elenco e Participações: Vincent Perez, Ashe Corven, Mia Kirshner, Sarah Richard Brooks, Iggy Pop, Ian Dury.
Baseado na premissa que um corvo pode ressuscitar um homem morto de forma injusta, para ele poder se vingar daqueles que o levaram a morte. Segundo filme no estilo, aqui o motoqueiro Ashe (Perez) tenta se vingar do seu assassino Curve (Pop).

The Rage Carrie 2 (A Maldição de Carrie, 1999, Terror, 104min)
Direção: Katt SheaRoteiro: Rafael Moreu
Elenco: Emily Bergl, Jason London, Dylan Bruno, J. Smith-Cameron, Amy Irving, Zachery Ty Bryan, John Doe, Gordon Clapp, Rachel Blanchard
Sequência do famoso filme "Carrie – A Estranha" da década de 70, traz de volta a garota diferente, que possui poderes paranormais que se tornam incontroláveis quando fica nervosa. Desta vez, a personagem principal é Rachel, meia-irmã de Carrie. Rachel tem o poder de movimentar objetos com o poder da mente, e vive em seu mundo particular, sendo rejeitada pelas outras pessoas de sua escola. Após conhecer Jesse, jogador do time de futebol da escola, uma forte união nasce entre eles. Porém enquanto está aprendendo à confiar, uma terrível armadilha esta sendo planejada contra ela. O que ninguém sabe é que o despertar da raiva de Rachel, pode ser fatal.
Na cena em que Rachel e Jesse estão na lanchonete, após terem levado o cão dela ao veterinário que acabara de sofrer um acidente, Jesse comenta: "Qual é a do som daqui? Não toca nada bom, tipo Garbage?", Rachel pergunta: "Gosta do Garbage?", Jesse então finaliza: "Shirley Manson detona."
Após retornar de sua noite de amor com Jesse, Rachel entra as escondidas pela janela de seu quarto e é surpreendida pelo seu pai que a agride com um tapa na cara. Nesta cena, pode-se se perceber ao fundo um pôster da banda Nine Inch Nails.
Na cena seguinte, em que Rachel está de castigo no seu quarto, imposto pelo pai, ela escuta pelo walkman o desenrolar do jogo de futebol do time da escola em que Jesse participa, nesta sequência, fica visível na parede do quarto os pôsteres de Marylin Manson e Whithe Zombie.

Stir Of Echoes (Ecos do Alem) 1999 Suspense 99min.
Direção: David KoeppRoteiro: Richard Matheson e David Koepp
Tom Witzky (Kevin Bacon), é um operário, homem de família, o tipo de pessoa mais comum do mundo, que após ter sido hipnotizado em uma festa na casa de vizinhos, muda completamente. Começa ver coisas e vozes que não consegue explicar. À medida que as visões aterrorizantes se intensificam, Tom percebe que elas são peças de um quebra-cabeça que precisa ser montado para que um crime seja solucionado e finalmente um espirito possa descansar.
O clássico Paint It Black dos Rolling Stones, que no filme é coverizado pela banda Gob, tem papel importante na trama. O filme começa com a canção sendo assobiada por Jake, o filho de Tom, logo após Tom tenta tocar a música no violão, e ao decorrer da história a música ainda é referenciada outras vezes. No desfecho do filme, aparece a resposta do porque a música ser importante no roteiro.

Mission to Mars (Missão: Marte, 2000, Ficção)
Direção: Brian de PalmaRoteiro: Lowell Cannon e Jim Thomas
O renomado diretor Brian de Palma faz sua primeira experiência na área de ficção cientifica, e apesar das críticas e bilheterias negativas, o filme é excelente. Em 2020 a NASA consegue enviar com sucesso uma equipe de astronautas ao planeta Marte. Ao chegar no planeta vermelho o comandante Luke Grahan (Don Cheadle) e seus companheiros encontram algo chocante e assustador que provoca um desastre e dizima os tripulantes. Graham consegue enviar uma rápida mensagem à Terra e rapidamente a NASA organiza uma nova expedição de resgate para investigar a tragédia e descobrir o que existe de tão enigmático em Marte. Cenários maravilhosos e jogadas de câmera fantásticas como De Palma sabe fazer.
A equipe que parte para a missão de resgate, durante a viagem no módulo espacial, dançam a música "Dance The Night Away" do Van Halen. É uma das melhores cenas do filme, e essa pode ser considerada a primeira música tocada no espaço sideral rumo à Marte, pelo menos na ficção.